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ATENÇÃO À PACIENTE Pós-operatório

Pós-operatório e alta hospitalar

Ao término do procedimento, a paciente fica na sala de recuperação em torno de 2 a 3 horas. Conforme o caso, terá alta hospitalar ou ficará internado por 1 a 2 dias.

O familiar é chamado e informado sobre os achados operatórios e o que foi realizado de cirurgia.

Prescrevo as orientações, atestados e receitas de analgésicos/anti-inflamatórios, para se tiver dor: medicações fixas e se necessária.

Elaboro cuidados pós-operatórios em domicílio, que vou especificar abaixo.

Orientações Pós-cirúrgicas
  • Prescrição medicações conforme a cirurgia
    • analgésicos e anti-inflamatórios, quando necessário
    • medicações para náusea e vômito
    • medicações para o funcionamento do intestino quando necessário
    • medicamentos específicos de cada cirurgia
  • Dieta livre após a alta hospitalar, sendo que a ingestão de líquidos é importante!
  • Cuidados da ferida operatória
    • Pontos da pele no abdômen:
      • Curativos especiais: fita Stereo strip (fita especial, hipoalergênica, que pode ser molhada, possui secagem fácil, sendo retirada só na revisão).
      • Se cair o curativo antes da revisão, melhor deixar sem cobertura.
    • A maioria dos pontos do abdômen são absorvidos ou retirados somente o “nózinho”.
    • Manter as feridas secas, pois a umidade aumenta risco de deiscência (abrir a ferida) e secreção, principalmente do umbigo (cicatriz umbilical).
    • Vagina e vulva sempre têm secreção.
    • É normal ficar roxo e com equimose ao redor da ferida, são pequenas áreas de sangramento da pele e subcutâneo, sendo absorvido após 1 a 2 semanas.
    • Cirurgia vulvar/vaginal:
      • Os pontos são absorvidos, não precisa retirar, na maioria dos casos;
      • Resfriar a ferida (bolsa gelo, banhos de imersão gelados, compressas geladas de 20/20 minutos, 2-3 dias);
      • Higiene diária, sabonete líquido neutro ou espuma e água, com secagem delicada;
      • Uso de tampão vaginal lubrificado com pomada/creme (às vezes);
      • Uso de absorvente vulvar externo para proteção e ou sangramento vaginal.
É normal apresentar
  • Sangramento vaginal pequeno, e as vezes azul (se fizer exame da trompa-cromotubagem);
  • Desconforto no canal da urina 1 a 2 dias, em cirurgias com sondagem vesical;
  • Quando a técnica cirúrgica é por Videolaparoscopia, é normal sentir dor no ombro direito e na nuca devido ao gás CO2, bem como distensão abdominal por 1 a 2 dias;
  • Retorno lento ao funcionamento intestinal, orientação de ingestão líquida e movimentação (caminhadas leves) precoce.
É proibida
  • Atividade sexual
    1. Cirurgias menores: por 7 dias ou se persistir sangramento vaginal;
    2. Cirurgias média complexidade: 10-14 dias;
    3. Cirurgias vaginais e vulvares: por 30-40 dias
    4. Cirurgias de alta complexidade: até 60-90 dias.
  • Atividade física
    1. Cirurgias menores por 7 dias ou se persistir sangramento vaginal;
    2. Cirurgias médias e de grande porte por 15 até 40 dias;
    3. Cirurgias vaginais e com laparotomia (corte tipo cesárea em baixo ventre, ou abaixo do umbigo) por 60-90 dias.
  • Banhos de imersão (tipo banheira, piscina ou mergulho na praia), conforme o tipo de cirurgia, no mínimo 10-14 dias ou se persistir sangramento vaginal.
Avisar se houver alterações

São elas:

  • Febre (maior ou igual 37,8). Avisar sempre!
  • Hemorragia vaginal ou em ferida operatória;
  • Dor que não melhora com medicações prescritas;
  • Se a ferida ficar vermelha e com dor;
  • Secreção com pus pela vagina;
  • Vômitos repetidos.

Agendamento de Consultas

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Nosso atendimento é personalizado e estamos a sua disposição.

(51) 4063 8807 (51) 99118 6100

Sobre a Dra. Rosi Balbinotto

Sou especialista, membro e certificada na atuação em endoscopia ginecológica pela FEBRASGO, membro e certificada em cirurgia videolaparoscópica pela SOBRACIL, especialização pela sociedade brasileira do trato genital inferior e colposcopia, membro da SOGIRGS e Mestrado em Cirurgia pela UFRGS.

A vontade de fazer Medicina foi por uma busca de conhecimento, por ser uma pessoa sempre à procura de porquês. Tudo tinha uma razão de ser, e às vezes mais de uma, a vida não é feita de uma única explicação. Perdi minha mãe quando eu tinha 5 anos, e estes porquês começaram tão cedo em mim, que já não me lembro mais. Desde criança queria ser alguém que pudesse ajudar os outros. Ao ajudar, ensinando o que aprendi, aprendendo o que me ensinaram de volta, um ciclo. Todo o ano eu avalio novas expectativas e novos planos.

Com 12 anos, minha bisavó Concilia veio morar com a gente, para fazer companhia para minhas irmãs e eu. Ela sempre me contava histórias da sua vida quando adulta no interior de Camaquã, que era parteira e anotava os nomes das gestantes e dos bebês que atendia em um caderninho, e me enchia de curiosidade sobre a vida. Ela foi uma mulher muito forte.